quarta-feira, 27 de abril de 2011

*MENSAGEM DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA*


Mensagem de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia/MT, aos formandos da Ordem de Santo Agostinho - Vicariato da Consolação do Brasil, por ocasião das Missões de Semana Santa - Abril/2011.

terça-feira, 12 de abril de 2011

CF 2011 - VIVÊNCIA

Convido você a assistir a apresentação das crianças da Comunidade Santa Cruz, da nossa Paróquia Cristo Redentor, de Belo Horizonte/MG, sobre a Campanha da Fraternidade.
Organizado pelos irmãos formandos Francis Armando, Thúlio Luis e Leandro Carvalho,  o grupo se torna agora por iniciativa das crianças um Coral Infantil, o primeiro da comunidade. ASSISTAM!
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sábado, 9 de abril de 2011

Pensamento privatizado e Capitalizado

É, realmente Hannah Arendt tinha razão apoiada em Agostinho de Hipona de que o mundo só terá solução quando aprendermos a amar!!! Nós chegamos e caminhamos para uma evolução técnico-científico-biológico-informacional, no entanto, continuamos sendo mesquinhos e egoístas... Viva a privatização e comercialização do pensamento! O acontecimento de hoje (07/04/11, onde doze estudantes morreram, e outros 13 ficaram feridos) no Rio de Janeiro é mais uma faceta do desencanto fruto das privatizações e comercialização das pessoas.

Sintomas sociais estão se apresentando, hoje nossa sociedade se espantou com o que aconteceu com as crianças no Rio de Janeiro e é para se assustar mesmo, no entanto não desviemos nossos olhares de outros sintomas como em São Paulo que pessoas estão sendo mortas por causa de preconceito (negros, homossexuais, nordestinos e mulheres) por neonazistas. Também temos a hidrelétrica de "belo monte" sendo construída tirando a flora, a fauna e moradia de várias famílias autóctones e nações indígenas.
 
Estamos adoecendo cada vez mais, quem poderá nos salvar? Posso concordar com Martin Heidegger "só um Deus para nos salvar", pois cada um só olha para seu umbigo e não quere amar, mas como amar se não fomos ensinados a Amar, precisamos de uma educação de Amor, deixando de lado nossas diferenças de gênero, de condições financeiras e de localidade, ser humano é uma raça só somos semelhantes.

O que mais me deixa revoltado é saber que existem religiosos que acentuam a diferença entre os que são ou não são eleitos, enquanto as crianças na escola, pessoas e o ecossistema são mortos. Olhemos para o Rio de Janeiro e deixamos de questionar somente o ato do assassino, não assumir nossa culpa é um ato de covardia, pois o que aquele jovem, fez é sintoma de nossa sociedade que só luta pelo seu bem estar e deixa de lado o outro, seu semelhante, em tudo; seja socialmente, economicamente, religiosamente e de oportunidades, é como eu digo "viva a privatização do pensamento e das pessoas". E se não melhorarmos nossa conduta, nossa educação, a distribuição dos bens e religiões que preguem o Amor e não demonize os outros, colheremos mais mortes de vários tipos. Fazemos luto, choremos e nos revoltamos com o que aconteceu e que seja para nós movimento para a revolução do Amor!
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Daniel Maia da Silva
Belo Horizonte/MG

quinta-feira, 31 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

LEIGOS AGOSTINIANOS

No dia 19 de março, na Solenidade de São José, a Fraternidade Agostiniana de Belo Horizonte deu início a um trabalho de articulação com os leigos da Paróquia Cristo Redentor.

Na ocasião foi celebrada uma missa, na qual se inaugurou o grupo de leigos agostinianos, foi presidida por Frei Alberto Carlos, e contou com a presença da Irmã Neuza, agostiniana missionária. Ao final do encontro, num momento de partilha esteve presente o Frei Paulo Gabriel, vicário regional do Vicáriato Nossa Senhora da Consolação do Brasil.

Esse grupo tem a pretensão de estudar e meditar a doutrina cristã e agostiniana, e procurar ser um espaço de vivência do carisma e espiritualidade da Ordem de Santo Agostinho que engloba: Amizade, Vida Interior e Serviço à Igreja.

Os fiéis que compõem o grupo variam de jovens, a partir dos 20 anos, a senhores de idade. São, pois, pessoas que trabalham conosco há anos no serviço pastoral em nossa paróquia, e pelo contato constante com frades e formandos já se consideram agostinianas.
A espiritualidade agostiniana é uma forma de se viver o convite que nos faz o Evangelho do Senhor. Partilhar tão precioso dom com nossos amigos não vinculados às instituições religiosas faz com que sejamos sinais do Reino. Abrimos as portas de nossa Fraternidade para partilhar com o povo, tornando-nos cada vez mais a uma comunidade inserida na realidade.

A este grupo se somam outros esforços na Paróquia Cristo Redentor, como o grupo de Juventude Agostiniana, e futuramente a União das Mães Cristãs, que pretendem disseminar o evangelho e partilhar a vida numa perspectiva agostiniana.

A equipe de coordenação deste grupo de leigos é composta por um frade agostiniano, um leigo e dois formandos da O.S.A. Ao todo o grupo é composto por 25 pessoas.

Os próximos passos serão em direção à integração dos leigos com os grupos agostinianos presentes em Minas Gerais, outras Fraternidades da O.S.A. e contato com as irmãs agostinianas missionárias e recoletas.
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Fotos do evento:





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Luis Hernandes Matos Leite
Belo Horizonte/MG

sábado, 19 de março de 2011

O CARPINTEIRO QUE VIROU SANTO

O que é ser homem? Muitos se perguntam ou argumentam o que é ser homem, no entanto há muitas variações de homens que se apresentam na história com seus exemplos de vida e por que não hoje refletir sobre a figura de José de Nazaré. Homem que nos fala de como é viver sendo justo, casto, trabalhador, esposo e pai.
 
SÃO JOSÉ
Protetor da Ordem de Santo Agostinho
 
Justo, essa palavra muitas vezes nos remete a julgamento, ser conservador, no entanto podemos perceber em José um homem que é justo no que consiste ser íntegro e ter hombridade em suas ações em que consegue escutar a voz de Deus e assumir a paternidade do filho de Deus.

Casto, devido a ter pensamentos puros, se colocar à disposição da humanidade na pessoa de Jesus Cristo, o primeiro homem que o adorou e servil mesmo antes de ter nascido.

Trabalhador, um carpinteiro exímio, em que com seu digno trabalho cuidou de Nossa Senhora e do menino Jesus não deixando faltar o alimento de cada dia.


Esposo em que sendo casto respeitava sua esposa, dando sempre o seu amor a ela. E sendo casto, trabalhador e justo foi um bom pai que ensinou o menino Jesus a ser aquele bom Homem que conhecemos e como os filhos aprendiam com o pai e na vida da Sinagoga, podemos ver em Jesus reflexos de são José o carpinteiro que esteve sempre atento pra escutar o chamado de Deus e sempre se colocou a disposição da boa notícia do Reino de Deus.


Esse é mais um referencial de ser homem, para aqueles que perderam a confiança no Ser humano, ele assume sua condição de ser homem vivendo o melhor de sua humanidade assim como seu filho que era seu Salvador.